• Breve História

CIVILIZAÇÃO LITORÂNEA
Desde o descobrimento do Brasil, em 1500, o movimento colonizador do imenso território-continente se desenvolveu no litoral, até meados do século XVII. Então, em busca de riquezas e de um novo Eldorado – assim como ocorrera um século antes na América Espanhola com o ouro dos astecas e incas -, inicia-se a grande aventura para o interior.

RUMO AO INTERIOR
Os paulistas se lançam na empreitada e, após inúmeras expedições – como as dos grandes Fernão Dias e Borba Gato -, parte, da vila de Taubaté, por volta de 1696, a bandeira de Antônio Dias, com destino certo: encontrar novamente a região de um ouro preto, cuja referência era uma pitoresca pedra que domina o alto de uma serra – o Itacolomi (pedra-mãe e seu filho-menino, na linguagem dos índios tupi). Fabulosas notícias oriundas de pioneiros que haviam passado antes pela região falavam de curiosos seixos enegrecidos que se revelaram ser ouro de extraordinária qualidade.

NASCE OURO PRETO
Ao raiar de 24 de junho de 1698, dia de São João, o intrépido Antônio Dias e seu companheiro, Padre Faria, finalmente avistam o que buscavam: surgindo do meio da névoa do amanhecer, a grande pedra do Itacolomi. Nascia, então, Ouro Preto.

FEBRE DO OURO
Multidões logo acorreram à febre do metal e, nos anos do século XVIII que se seguiram, mais de 40 mil almas viviam nas encostas e grotas do lugar. Na mesma época, a Ilha de Manhattan – New York, na América do Norte -, possuía não mais do que 3 mil habitantes, entre índios e colonos.
Toneladas do mais fino e puro ouro foram extraídas dos córregos e das minas, a maior produção mundial daquele tempo, e Dom João V, rei de Portugal, era congratulado por toda a Europa: é o soberano mais rico devido ao ouro e aos diamantes de sua colônia. Ouro Preto é o centro do novo eldorado das Américas.

ADMINISTRAÇÃO COLONIAL
Em 1711, os diversos núcleos mineradores são reunidos administrativamente pela autoridade portuguesa e, elevados ao status de vila, passam a se chamar VILA RICA, que se torna, em 1720, capital da recém-criada capitania das Minas Gerais.

IMPÉRIO
Um século se passa e, em 1823, um ano após a independência do Brasil, já no império, Vila Rica é elevada, por Dom Pedro I, a IMPERIAL CIDADE DE OURO PRETO.

RECONHECIMENTO
Mais 100 anos e, em 1933, é declarada MONUMENTO NACIONAL por decreto presidencial de Getúlio Vargas e tombada como patrimônio histórico em 1938 com a criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional- SPHAN.
Durante quase 200 anos, até 1897, Ouro Preto foi a capital de Minas.
Finalmente, em 1980, Ouro Preto se torna o primeiro bem cultural brasileiro considerado pela UNESCO Patrimônio da Humanidade.

O primitivo arraial garimpeiro atinge definitivamente, com sua arte, seus monumentos, sua história e seu povo, a glória mundial.

 
 
 
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